Saber diferenciar os tipos de madeiras para construção evita que você coloque um material nobre e caro onde uma peça simples resolveria, ou pior: use madeira comum debaixo de chuva e veja a estrutura apodrecer antes da entrega das chaves. A regra prática da marcenaria de canteiro é direta: o ambiente dita a escolha.
Onde há umidade contínua, a química precisa entrar em cena. Onde há proteção contra a água, a madeira natural cumpre o papel com louvor. Vamos separar cada ponto da planta para acertar na compra.
Onde a madeira comum cumpre o papel com louvor
Nem toda obra exige tratamento químico de ponta a ponta. Existem pontos da construção que ficam totalmente isolados da umidade do solo e do impacto direto da água pluvial.
Nesse cenário, a madeira comum de reflorestamento entrega excelente desempenho mecânico por um valor bem mais acessível.
- Estruturas de telhado embutido sob telhas cerâmicas limpas e sem goteiras.
- Caibros e terças que sustentam o forro de gesso ou PVC na parte interna da casa.
- Fôrmas e escoramentos provisórios para vigas baldrame e pilares de concreto.
Nesses ambientes secos e ventilados, a fibra natural cumpre a função estrutural sem sofrer ataques biológicos acelerados. Você gasta menos e mantém a rigidez exigida pelo calculista.
Quando a madeira tratada passa a ser obrigatória
O erro mais comum nos canteiros acontece quando a pressa ou a economia imediata mandam na hora de fechar cercas, pergolados, decks ou vigas de beiral.
Se a madeira vai tocar a terra ou receber sol e chuva sem proteção lateral, a escolha precisa mudar sem meio-termo.A madeira tratada em autoclave entra justamente onde o risco de apodrecimento é alto.
Comprar com inteligência significa casar a necessidade técnica da engenharia com a realidade do clima da sua região.
A equipe da Irmãos Maggioni ajuda você a separar exatamente o que precisa de tratamento e o que pode ser feito com madeira comum.
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